O Grêmio Recreativo Escola de Samba Lobo Guará participou, neste domingo (11), do Samba da Resistência, realizado na quadra da *Acadêmicos da Asa Norte*, escola anfitriã do encontro. A iniciativa reuniu agremiações do Distrito Federal em defesa da cultura popular, da valorização das comunidades e da retomada dos desfiles carnavalescos.
Além da Acadêmicos da Asa Norte e da Lobo Guará, participaram do evento as escolas Bola Preta, Unidos do Varjão, Unidos do Jardim Botânico, Mocidade do Gama, Gruvipi e Unidos da Candanga. O encontro promoveu a integração entre as agremiações e reforçou a importância do samba como expressão de identidade, memória e resistência cultural.
Durante o enconto, a Liestra ofereceu às escolas participantes um Troféu de Honra ao Mérito, em reconhecimento à presença e à contribuição das agremiações para a mobilização em defesa do samba e do Carnaval do Distrito Federal.
O evento também contou com a participação de Leandro Grass (PT), candidato ao Governo do Distrito Federal, que, acompanhado da candidata a vice-governadora Dora Gomes (PV) defendeu a retomada dos desfiles e a criação de políticas permanentes de incentivo à cultura. Em sua manifestação, destacou que o Carnaval movimenta uma cadeia produtiva que envolve músicos, costureiras, aderecistas, artistas e diversos profissionais, cujo trabalho acontece durante todo o ano.
Para Mário Santos, presidente da Escola de Samba Lobo Guará, participar do encontro significou reafirmar o compromisso da escola com a valorização do samba, do Carnaval e da cultura popular do Distrito Federal. “As escolas de samba são espaços de resistência, geração de empregos, inclusão social e preservação da nossa identidade cultural. Precisamos de políticas públicas permanentes que garantam apoio e estrutura às agremiações. A retomada dos desfiles é fundamental para fortalecer essa tradição e reconhecer o trabalho de tantas pessoas que mantêm viva a cultura do Carnaval no DF”, destacou.
A participação da Lobo Guará reafirma o envolvimento da escola guaraense na defesa das tradições carnavalescas e na luta por melhores condições para as agremiações do DF. Mais do que celebrar o samba, o Samba da Resistência colocou em evidência a necessidade de políticas públicas contínuas que garantam estrutura, reconhecimento e perspectivas para as escolas e suas comunidades.









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