Folha do Guará

Guará recebe exposição Recortes do Cerrado com foco em arte, memória e educação ambiental

No próximo dia 28 de maio, a Administração Regional do Guará recebe a exposição itinerante Recortes do Cerrado e o lançamento do livro homônimo, em uma programação que une arte, memória, educação ambiental e valorização do bioma Cerrado.

A mostra já passou por espaços importantes como a Câmara Legislativa do Distrito Federal, o evento Curicaca, no Estádio Mané Garrincha, além de unidades do Instituto Federal de Brasília, em Brasília e Planaltina.

Com pinturas inspiradas em técnicas japonesas, especialmente o sumi-e, a artista Hiromi Takano apresenta um olhar sensível sobre o Cerrado brasileiro, estimulando reflexões sobre preservação ambiental, biodiversidade, identidade cultural e sustentabilidade.

A programação também contará com palestras e debates sobre meio ambiente e conservação do Cerrado. Entre os destaques está Quelvia Heringer, filha de Ezechias Heringer, pioneiro da preservação ambiental no Brasil, que fará o lançamento da terceira edição do livro Ezechias, o Desbravador.

Segundo Quelvia, o momento será especialmente simbólico por resgatar a relação histórica de Ezechias com a cidade. “Será um lançamento emocionante porque conta a história da saga do Ezechias que começou no Guará”, afirma. A autora destaca ainda que o livro foi escrito em linguagem acessível para alcançar também o público infantil e preservar para as novas gerações fatos históricos ligados à formação ambiental e cultural da região. “Espero que todos possam usufruir destes fatos ocorridos a partir dos anos sessenta. Viva o Ezechias!”, declarou.

A atividade também terá participação da voluntária do Tempo de Plantar do Guará, Simone Vaz de Holanda, que compartilhará sua trajetória de atuação em defesa dos parques e áreas verdes da cidade.

“Essa exposição une arte e meio ambiente de um jeito que conversa direto com a comunidade do Guará. Ela valoriza nosso Cerrado e inspira as pessoas a cuidarem dos parques que são o pulmão da nossa cidade”, destaca Simone Vaz de Holanda.

O evento reforça a importância do Cerrado como patrimônio ambiental e cultural do Distrito Federal, aproximando a população de temas ligados à preservação, educação ambiental e memória histórica da região.




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